O que as famílias dizem depois de alguns meses
Depoimentos de quem usa o serviço. Sem edição para soar bem — só o que chegou por escrito ou em conversa.
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Minha mãe tem 81 anos e mora sozinha. Eu trabalho das 8h às 18h e ficava sem saber o que acontecia durante o dia. Com o plano de tardes da semana, recebo uma nota depois de cada visita. Pequena, mas basta. Sei que ela almoçou, que alguém esteve com ela. Isso muda o que sinto quando estou no trabalho.
Contratei o serviço avulso de sábado três vezes nos últimos dois meses. Funciona bem para o que preciso: um dia em que tenho compromisso e não consigo estar com meu pai. Agendo com três dias de aviso e até agora não tivemos problema de horário. A nota que recebo ao final é simples, mas diz o que aconteceu.
O que me convenceu foi poder conhecer a assistente antes de ela entrar na casa da minha avó. Tivemos uma conversa de vinte minutos. Minha avó também participou. A partir daí ficou mais fácil. Já faz quatro meses e a relação entre elas é boa — o que não é pouco.
Meu pai é teimoso e levou um tempo para aceitar a ideia. O primeiro encontro com a assistente ajudou: ela conversou com ele, não falou sobre ele como se ele não estivesse ali. Isso fez diferença. Hoje ele espera a tarde dela.
Usamos o plano de sete dias desde março. O relatório mensal é algo que não esperava valorizar tanto, mas acabo lendo com atenção. Ajuda a perceber pequenas mudanças na rotina do meu pai que eu não teria notado de outra forma. O coordenador é fácil de contatar quando preciso ajustar alguma coisa.
Tive uma experiência anterior ruim com outra pessoa que contratei por indicação. Problemas com horário, sem aviso quando não podia vir. Com o Sereno Lar isso não aconteceu. Quando a assistente regular não pôde comparecer num dia, me avisaram na manhã e mandaram outra pessoa. Faz diferença saber que tem alguém cuidando da logística.
Dois relatos mais detalhados
Dois filhos adultos trabalhando. Mãe de 77 anos em casa, bem de saúde, mas sozinha por seis a sete horas por dia. Sem atividade estruturada, sem almoço quente na maioria dos dias.
Plano de tardes da semana. Mesma assistente de segunda a sexta. Rotina incluiu almoço, uma caminhada curta no corredor, organização do quarto e companhia para assistir televisão ou conversar.
Quatro meses depois, a família renovou sem discussão. A mãe diz que "as tardes ficaram melhores". A filha mais velha disse que para de se preocupar quando sai de casa.
"O que a gente queria era simples: que ela não ficasse sozinha o dia inteiro. Funcionou." — Fernanda Rodrigues
Pai de 83 anos. Mobilidade reduzida. Mora com a esposa, que também tem mais de 70 anos. Os dois juntos, mas sem apoio externo durante a semana. Filho único mora em São Paulo.
Plano de sete dias com coordenador. Dois assistentes em escala para cobrir todos os dias. Um dos dois é o mesmo desde o começo. O filho em São Paulo acompanha pelo relatório mensal e por contato direto com o coordenador.
Seis meses de plano ativo. O filho consegue trabalhar em São Paulo com menos interrupções. A mãe diz que "tem mais ajuda para as coisas do dia a dia". O pai aceitou bem — uma coisa que a família não tinha certeza se aconteceria.
"Fico longe, mas sei o que está acontecendo. O relatório mensal e o coordenador que atende quando ligo fazem muita diferença." — Paulo Cardoso
Como entrar em contato
Santos, SP — 11013-152
| Segunda a sexta | 09h – 18h |
| Sábado | 09h – 13h |
| Domingo | Fechado |
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